10 lições de vida que aprendi com os gatos

10 lições de vida que aprendi com os gatos

10 lições de vida que aprendi com os gatos

Como posso dizer que eu aprendi com os gatos alguma coisa se eu era daquelas pessoas que não era muito fã desses bichanos? Eu os achava metidos, esnobes etc. Porém, adorava os cachorros, sempre com aquela carinha “pidonha” e dispostos a brincar.

Felizmente, um dia passei a ver esses felinos de forma diferente, e posso dizer que aprendi com os gatos mais do que imaginava. Afinal, nossos mestres podem ter qualquer forma, porque o que importa mesmo é o exemplo.

E gatos são exemplos de uma filosofia de vida admirável!

Algumas dessas lições que aprendi com os gatos:

  1. Gatos têm uma autoestima incrível, e nenhuma opinião os afetam;
  2. Seu bem-estar está sempre em primeiro lugar;
  3. Vivem o agora com 100% de sua atenção;
  4. Estão felizes com seu humano, mas também estão felizes quando seu humano não está por perto;
  5. O comportamento dos gatos não leva em consideração se seu humano ficará contente ou não;
  6. Fazem de uma caixa de papelão um palácio;
  7. Seguem seus instintos: comem com fome, bebem com sede, dormem com sono etc;
  8. Cuidam de sua aparência (esses bichos são super higiênicos);
  9. Não seguem “ordem” (na verdade, eles sempre fazem o que querem quando querem);
  10. São exigentes em suas vontades;
  11. Possuem um egoísmo saudável;

Eles parecem egoístas, não é? E é interessante notar como esse tipo de comportamento incomoda as pessoas que esperam que outras pessoas garantam sua felicidade; e por isso acreditam que o egoísmo é algo ruim.

O egoísmo sem culpa

Já falei sobre esse negócio de julgamento, mas se for pra levarmos essa história de bom ou ruim adiante, nesse cenário nosso querido gato não está prejudicando ninguém, apenas colocando-se em primeiro lugar. E é esse exemplo que devemos seguir!

Quando fazemos algo para outra pessoa sem levarmos em conta nosso próprio bem estar, além de não nos colocarmos 100% na situação, ainda criamos uma situação de “empréstimo”, esperando que em algum momento esse “favor” seja retribuído. E vamos ser sinceros, há uma probabilidade bem grande que ele nunca seja.

Dessa postura nossa “síndrome de vítima” aparece ou se reforça, e abrimos mão de nosso poder, de nossa vontade, e de nossa felicidade.

Observe um gato e aprenda: vamos ser felizes para nós mesmos, até não caber mais. Quando isso acontecer, podemos compartilhar com quem quisermos, sem esperar nada em troca. Quando entendemos isso, não precisamos invejar ninguém, criticar ninguém, esnobar ninguém. Podemos ser apenas quem realmente somos.

NO COMMENTS

GIVE A REPLY