admin

Author Archive
Cinco TEDs que merecem ser assistidos

Cinco TEDs que merecem ser assistidos

Existem momentos na vida que precisamos saber que não estamos sozinhos, mesmo que o outro esteja muito distante fisicamente. Por isso blogs como esse, e muitos TED/TEDx servem como um porto seguro e uma alavanca para uma nova fase de nossas vidas. Não é a toa que o slogan dessas conferências é “Ideias que merecem […]

Read More
Desde que aprendi a ler, desenvolvi um caso de amor com os livros. Claro, inicialmente, eram aqueles livros infantis, mas me sentia particularmente atraída por aqueles que pareciam se de "gente grande", ou seja, eram maiores e não tinham ilustrações. Conforme fui crescendo, fui encontrando nos livros que lia minha principal companhia. Chegou um tempo em que livro nenhum era grande o suficiente para me entreter e, com certeza, eu não conseguia comprar livros na mesma velocidade que os lia. Nem preciso dizer como amava visitar livrarias, né? Na época, era a melhor forma de conhecer as novidades e a melhor parte, eu podia tocar os livros, sentir a textura das capas e das folhas, sentir o cheiro da impressão… Aliás, gosto disso até hoje, e acho que meu ritual de leitura começa por esses outros sentidos, e não se restringe a visão. Foi - e ainda é - através dos livros que aprendi grande parte do que sei hoje, e posso dizer que gosto de uma grande variedade de assuntos: romances (românticos, fantasia, policial), técnicos, desenvolvimento pessoal, espiritualistas e qualquer assunto que desperte meu interesse. Acho que não é difícil de perceber que me tornei uma leitora um tanto quanto neurótica também, não é? Lembro-me quando ganhei o box de quatro livros de "As Brumas de Avalon", da Marion Zimmer Bradley. É uma edição do extinto Círculo do Livro, com capa dura e sobrecapa. Nessa época ia e voltava da escola usando ônibus e metrô, e tinha o péssimo hábito de ler nesse trajeto (esse hábito me rendeu vários graus de miopia que precisei operar mais tarde). Eu queria muito aproveitar esse tempo para ler meus novos livros, é claro! Mas tinha medo de estragar os exemplares colocando-os na mochila. Assim, pedi para minha mãe fazer uma capa de tecido, que fosse acolchoada (?!?!?!?!), para eu colocar nos livros. E finalmente, pude ler minha coleção sem estragar nada. Também nunca marquei uma página dobrando-a, ou risquei ou escrevi em livros, mesmo os técnicos ou de estudo (só aqueles de escola que a gente tinha que escrever e, mesmo assim, usava lápis, como se isso fosse um crime menor). Essa minha paranóia com livros se manifestou também uma vez que um amigo me pediu emprestado (alerta de terror!) "O Alquimista", do Paulo Coelho. Entrei em pânico só de imaginar o livro em outras mãos, e inventei uma mentira para não emprestar. Afinal, era melhor mentir descaradamente a emprestar um dos meu livros do Paulo Coelho! Ou qualquer outro que eu gostasse muito. Isso tudo para dizer que eu fazia parte daquele grupo de pessoas que considera "crime" maltratar um livro, e tem um apego danado com eles, como se tivessem vida própria. E agia de acordo com essa ideia. Até muito recentemente… Foi então que percebi, nesse meu processo evolutivo, como essas crenças e atitudes - que parecem tão inofensivas, e até cuidadosas - estavam carregadas de perfeccionismo e apego. Foi como se uma luz se acendesse diante de mim! Sou muito atraída por livros de autoajuda (em suas várias formas) e não tenho vergonha de admitir isso. Aqueles que gosto tornam-se leitura recorrente e, muitas vezes, uso post its para marcar um trechos que gosto, ou os copio em um caderno. Tudo para não "estragar" o livro. E, foi durante uma dessas minhas releituras, que percebi que precisava de uma atitude real para cruzar a linha e romper com esse padrão. Precisava, deliberadamente, cometer um crime. Então, pela primeira vez na vida, usei um marca texto num livro. Peguei meu marca texto, olhei para o livro e respirei fundo, como fazem os médicos antes da primeira incisão de uma cirurgia (pelo menos é como vejo nas séries). Senti meu coração disparar e a adrenalina percorrer meu corpo. Contei o episódio pra minha mãe usando as seguintes palavras: "mãe, cometi um crime!", como quem precisa se confessar e ser absolvida. Esse foi o primeiro passo real para iniciar uma vida mais desapegada. No dia seguinte, consegui separar vários livros pra levar para um sebo ou doar. Às vezes, vejo alguns memes no Facebook sobre como cuidar de um livro sem ser um monstro, e então percebi que não sou a única. Mas para mim, esse é um comportamento limitante, um sinal de que estou guardando minha vida para um futuro incerto. Isso até me faz lembrar da minha avó paterna, que guardava tudo que ganhava - louças, roupas, perfumes - para uma ocasião especial a qual nunca chegou. Após sua morte, encontramos um monte de coisas velhas, sem nunca terem sido usadas. As marcas nos livros mostram que estes foram usados e cumpriram seus objetivos, assim como as marcas na vida, mostram que aproveitamos cada momento.

O crime do marca texto

Desde que aprendi a ler, desenvolvi um caso de amor com os livros. Claro, inicialmente, eram aqueles livros infantis, mas me sentia particularmente atraída por aqueles que pareciam se de “gente grande”, ou seja, eram maiores e não tinham ilustrações. Conforme fui crescendo, fui encontrando nos livros que lia minha principal companhia. Chegou um tempo […]

Read More
A beleza de permitir novos agoras

A beleza de permitir novos Agoras

Eu comecei a escrever como uma tentativa de me expressar. E de me conectar. Digo uma tentativa porque eu segui uma intuição, uma voz escondida dentro de mim e que queria sair, se fazer ouvir. Ou quem sabe, ser lida. E é na escrita que sempre me senti mais à vontade. Nessa minha jornada de […]

Read More
Pequenos prazeres, grandes vícios

Pequenos Prazeres, Grandes Vícios

Essa é uma verdade que dói, mas aceitá-la pode ser, ao menos, um passo para a liberdade. Estamos tão acostumados com certos prazeres que são vistos como saudáveis que nem percebemos como estamos viciados e alienados. Enquanto videogames, programas da TV aberta ou mesmo mídias sociais levantam calorosas discussões, os prazeres “intelectuais”, como maratonas de […]

Read More
Morning Pages

Morning Pages – Páginas da Manhã

Morning Pages, ou Páginas da Manhã, é uma técnica que descobri recentemente e venho praticando há algumas semanas. E, sinceramente, é muuuuuito BOA! É uma mistura de journaling e meditação ativa, já que você escreve seus pensamentos sem censura, e sem procurar interpretá-los. A gente deixa o raciocínio de lado para a intuição poder aparecer. […]

Read More
Como sobreviver a uma Bad Vibe

Como sobreviver a uma Bad Vibe

Tem dias que parece que incorporei o demônio!  E parece até que é impossível sobreviver quando aquela Bad Vibe (baixo astral, sofrência etc) aparece. Afinal, nem só de coisas boas vive quem escolhe a felicidade como estilo de vida. Na verdade, essa escolha tem que ser feita momento a momento, mas confesso que nem sempre […]

Read More
LdA Guia Prático

Lei da Atração – Guia Prático

O livro Lei da Atração – Guia Prático escrito pela Rayra Kalidan é um daqueles livros que você consegue ler “numa sentada”. Mas… se você quiser que ele tenha um valor real na sua vida, terá que dedicar um bom tempo e “colocar a mão na massa” praticando o que ele ensina. O conteúdo em […]

Read More
Estilo é honrar suar individualidade

Estilo é honrar sua individualidade

Acho tão lindo gente com estilo! Sério mesmo. Não estou falando de ser fashionista, ao contrário, estou falando daquelas pessoas que usam o que querem, fazem o que querem, falam o que querem, sem querer provar nada a ninguém muito menos se importando com o que os demais possam pensar. Acredito que só quem está […]

Read More
Um dia na Mega Artesanal SP 2017

Um dia na Mega Artesanal SP 2017

Eu não vivo só de meditação não! Amo artesanato, amo peças feitas à mão! Então, visitar uma feira como a Mega Artesanal (acho que é a maior feira de artesanato de São Paulo) é como ir a um parque de diversões. 🙂 Esse foi um roteiro que fiz com minha mãe (coisa rara, heim mamys?) […]

Read More