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Grande Magia

Grande Magia – Resenha

Acho estimulante ver que a cada dia mais gente fala e escreve sobre criatividade, principalmente pessoas realmente envolvidas com a criatividade. E esse é o assunto principal do livro “Grande Magia”, de Elizabeth Gilbert (a mesma autora de “Comer, rezar, amar”). O assunto por si só é maravilhoso, e só por isso já despertou o […]

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Uma reflexão sobre o medo sob o medo

Uma reflexão sobre o medo sob o medo

Escolhi escrever como forma de dar vazão a tudo que penso e sinto; como forma de elaborar tudo que aprendo seja sobre a vida ou simplesmente sobre mim mesma. Mas essa é uma tarefa que está sendo bem mais difícil de cumprir do que eu poderia imaginar. Ao permitir que as palavras expressem o que […]

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Um anjo em minha vida

Um anjo em minha vida

Há mais ou menos 10 anos, minha cunhada, durante um almoço de família, fez a seguinte declaração: “estou grávida”. Pela primeira vez vou admitir, publicamente, que senti indignação e inveja. Pensei: “por que ela pode e eu não?”. Nem preciso dizer o quanto eu queria ser mãe, né? Mas isso só durou alguns segundos, talvez […]

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O peso das dietas

O peso das dietas – Resenha

Meu peso sempre foi um problema para mim, com momentos que estou gorda e momentos que estou magra. Por causa disso sempre pesquisei sobre o assunto em livros e sites, de preferência com referências científicas. Esse “hábito” (ainda não sei se bom ou ruim, sinceramente) criou em mim várias crenças sobre como engordamos, como emagrecemos […]

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Uma amizade incomum

Uma amizade incomum

Desde menina gosto de carros. Nunca entendi realmente sobre eles, mas desde pequena admirava os diversos modelos e escolhia qual eu ia ter quando crescesse (mal sabia eu como os designs e tecnologias teriam mudado quando, finalmente, pudesse ter o meu). Lembro da alegria que eu sentia toda vez que meu pai trocava de carro. […]

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Cinco TEDs que merecem ser assistidos

Cinco TEDs que merecem ser assistidos

Existem momentos na vida que precisamos saber que não estamos sozinhos, mesmo que o outro esteja muito distante fisicamente. Por isso blogs como esse, e muitos TED/TEDx servem como um porto seguro e uma alavanca para uma nova fase de nossas vidas. Não é a toa que o slogan dessas conferências é “Ideias que merecem […]

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Desde que aprendi a ler, desenvolvi um caso de amor com os livros. Claro, inicialmente, eram aqueles livros infantis, mas me sentia particularmente atraída por aqueles que pareciam se de "gente grande", ou seja, eram maiores e não tinham ilustrações. Conforme fui crescendo, fui encontrando nos livros que lia minha principal companhia. Chegou um tempo em que livro nenhum era grande o suficiente para me entreter e, com certeza, eu não conseguia comprar livros na mesma velocidade que os lia. Nem preciso dizer como amava visitar livrarias, né? Na época, era a melhor forma de conhecer as novidades e a melhor parte, eu podia tocar os livros, sentir a textura das capas e das folhas, sentir o cheiro da impressão… Aliás, gosto disso até hoje, e acho que meu ritual de leitura começa por esses outros sentidos, e não se restringe a visão. Foi - e ainda é - através dos livros que aprendi grande parte do que sei hoje, e posso dizer que gosto de uma grande variedade de assuntos: romances (românticos, fantasia, policial), técnicos, desenvolvimento pessoal, espiritualistas e qualquer assunto que desperte meu interesse. Acho que não é difícil de perceber que me tornei uma leitora um tanto quanto neurótica também, não é? Lembro-me quando ganhei o box de quatro livros de "As Brumas de Avalon", da Marion Zimmer Bradley. É uma edição do extinto Círculo do Livro, com capa dura e sobrecapa. Nessa época ia e voltava da escola usando ônibus e metrô, e tinha o péssimo hábito de ler nesse trajeto (esse hábito me rendeu vários graus de miopia que precisei operar mais tarde). Eu queria muito aproveitar esse tempo para ler meus novos livros, é claro! Mas tinha medo de estragar os exemplares colocando-os na mochila. Assim, pedi para minha mãe fazer uma capa de tecido, que fosse acolchoada (?!?!?!?!), para eu colocar nos livros. E finalmente, pude ler minha coleção sem estragar nada. Também nunca marquei uma página dobrando-a, ou risquei ou escrevi em livros, mesmo os técnicos ou de estudo (só aqueles de escola que a gente tinha que escrever e, mesmo assim, usava lápis, como se isso fosse um crime menor). Essa minha paranóia com livros se manifestou também uma vez que um amigo me pediu emprestado (alerta de terror!) "O Alquimista", do Paulo Coelho. Entrei em pânico só de imaginar o livro em outras mãos, e inventei uma mentira para não emprestar. Afinal, era melhor mentir descaradamente a emprestar um dos meu livros do Paulo Coelho! Ou qualquer outro que eu gostasse muito. Isso tudo para dizer que eu fazia parte daquele grupo de pessoas que considera "crime" maltratar um livro, e tem um apego danado com eles, como se tivessem vida própria. E agia de acordo com essa ideia. Até muito recentemente… Foi então que percebi, nesse meu processo evolutivo, como essas crenças e atitudes - que parecem tão inofensivas, e até cuidadosas - estavam carregadas de perfeccionismo e apego. Foi como se uma luz se acendesse diante de mim! Sou muito atraída por livros de autoajuda (em suas várias formas) e não tenho vergonha de admitir isso. Aqueles que gosto tornam-se leitura recorrente e, muitas vezes, uso post its para marcar um trechos que gosto, ou os copio em um caderno. Tudo para não "estragar" o livro. E, foi durante uma dessas minhas releituras, que percebi que precisava de uma atitude real para cruzar a linha e romper com esse padrão. Precisava, deliberadamente, cometer um crime. Então, pela primeira vez na vida, usei um marca texto num livro. Peguei meu marca texto, olhei para o livro e respirei fundo, como fazem os médicos antes da primeira incisão de uma cirurgia (pelo menos é como vejo nas séries). Senti meu coração disparar e a adrenalina percorrer meu corpo. Contei o episódio pra minha mãe usando as seguintes palavras: "mãe, cometi um crime!", como quem precisa se confessar e ser absolvida. Esse foi o primeiro passo real para iniciar uma vida mais desapegada. No dia seguinte, consegui separar vários livros pra levar para um sebo ou doar. Às vezes, vejo alguns memes no Facebook sobre como cuidar de um livro sem ser um monstro, e então percebi que não sou a única. Mas para mim, esse é um comportamento limitante, um sinal de que estou guardando minha vida para um futuro incerto. Isso até me faz lembrar da minha avó paterna, que guardava tudo que ganhava - louças, roupas, perfumes - para uma ocasião especial a qual nunca chegou. Após sua morte, encontramos um monte de coisas velhas, sem nunca terem sido usadas. As marcas nos livros mostram que estes foram usados e cumpriram seus objetivos, assim como as marcas na vida, mostram que aproveitamos cada momento.

O crime do marca texto

Desde que aprendi a ler, desenvolvi um caso de amor com os livros. Claro, inicialmente, eram aqueles livros infantis, mas me sentia particularmente atraída por aqueles que pareciam se de “gente grande”, ou seja, eram maiores e não tinham ilustrações. Conforme fui crescendo, fui encontrando nos livros que lia minha principal companhia. Chegou um tempo […]

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A beleza de permitir novos agoras

A beleza de permitir novos Agoras

Eu comecei a escrever como uma tentativa de me expressar. E de me conectar. Digo uma tentativa porque eu segui uma intuição, uma voz escondida dentro de mim e que queria sair, se fazer ouvir. Ou quem sabe, ser lida. E é na escrita que sempre me senti mais à vontade. Nessa minha jornada de […]

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Pequenos prazeres, grandes vícios

Pequenos Prazeres, Grandes Vícios

Essa é uma verdade que dói, mas aceitá-la pode ser, ao menos, um passo para a liberdade. Estamos tão acostumados com certos prazeres que são vistos como saudáveis que nem percebemos como estamos viciados e alienados. Enquanto videogames, programas da TV aberta ou mesmo mídias sociais levantam calorosas discussões, os prazeres “intelectuais”, como maratonas de […]

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Morning Pages

Morning Pages – Páginas da Manhã

Morning Pages, ou Páginas da Manhã, é uma técnica que descobri recentemente e venho praticando há algumas semanas. E, sinceramente, é muuuuuito BOA! É uma mistura de journaling e meditação ativa, já que você escreve seus pensamentos sem censura, e sem procurar interpretá-los. A gente deixa o raciocínio de lado para a intuição poder aparecer. […]

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