Sem medo de falar do MEDO

Sem medo de falar do medo

Sem medo de falar do MEDO

Eu já falei um pouco sobre meus medos quando falei do meu journal, mas sinceramente, nem eu mesma tinha consciência ainda de como esse negócio de MEDO é um iceberg, e eu só tinha encarado a pontinha dele :).

Tenho muito medo de me expor e, claro, acabar revelando minhas “fraquezas”, “fracassos” e “imperfeições”. Sim, conscientemente HOJE, sei que todos esses conceitos são falsos, mas meu inconsciente ainda trabalha no automático com essas ideias, e tudo que está no automático está fora de controle.

Conforme vou me purificando (como diz o Dr. Joe Vitale em o Limite Zero), outros padrões vão aparecendo, e de forma mais clara, para que eu os “purifique” também. E esse texto é parte dessa purificação: escrever, encarar, tornar público, meu medo maior: Me expor COMO realmente sou.

Veja, eu não escrevo fingindo coisas. Nossa vida é cheia de altos e baixos e eu aprendi a me concentrar nos altos: quando estou bem, aproveito; quando estou mal, fantasio com o bem novamente. É uma mentira? A princípio sim, mas afinal, o que é verdade senão uma mentira que foi repetida muitas vezes?

Mas, apesar dessa ser minha FILOSOFIA DE VIDA, eu não sou um ser iluminado (e sinceramente não sei exatamente o que significa ser um, mas acredito que um iluminado não continuaria tendo uma vida física, é praticamente uma situação paradoxal demais para essa dimensão) e ainda tenho aquilo que muita gente gosta de chamar de sombra, mas acho que na verdade, nossa sombra é apenas aquilo que por causa de nossos julgamentos, rejeitamos em nós mesmos.

Encontrando o MEDO sem motivo

Em geral, é muito fácil entender medos com algum motivo, como por exemplo de ser assaltado, de ter um acidente, de água etc. Em geral, estão relacionados a algum acontecimento pessoal, ou que presenciamos no passado. Mas e quando o medo não é algo assim tão lógico?

Bom, posso dizer que tenho medo de ser julgada, de ser mal compreendida, de me acharem fraca ou inapropriada. Sinto isso desde sempre, mas não sei de onde surgiu, e desenvolvi várias formas de defesa contra esse tipo de situação, sendo a principal, viver de forma “invisível”.

Nem preciso dizer que esse blog é um salto quântico para mim, não é? Mas percebo que até esse exato momento, eu ainda estava lidando com esse “problema” de forma indireta, tentando contorná-lo na esperança que ele simplesmente sumisse. Mas, como tudo na nossa vida, um problema também precisa de atenção; talvez ele seja mais carente que a gente mesmo hahaha. Afinal, tudo que se resiste, persiste.

Enquanto escrevo percebo esse medo ainda comigo, mas eu aceito que ele foi necessário para que eu chegasse onde cheguei até agora, e cada etapa é responsável pela seguinte. Então, o negócio é aceitar, agradecer e liberar. Não estou me julgando ou me culpando, apenas permitindo que a energia flua e se vá, da forma mais amorosa que consigo nesse momento.

Nesse processo de aceitar o medo, me permito também descobrir meu PODER, que é a verdadeira cura. É importante entender que todo sentimento tem seu valor, eles são nossa bússola, nosso indicador se estamos ou não no caminho certo. E quando não estamos, precisamos acertar nossa rota (buscar o sentimento oposto) para atingirmos nossos objetivos.

Exorcize seu medo

Se você leu até aqui, deixo MEU MUITO OBRIGADA. É super importante saber que não estou sozinha. E se você tem algum medo te impedindo de ser você mesmo, que tal vir exorcizá-lo junto comigo? Comente e se permita liberá-lo.

 

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