Um pequeno roteiro de oito destinos

Um pequeno roteiro de oito destinos

Viajar para mim não é apenas conhecer outros lugares e culturas. É poder viver, mesmo que por pouco tempo, esse lugar, essa cultura, ou seja lá o que o lugar deseja nos falar.

E é interessante que mesmo a internet nos possibilitando conhecer mais sobre qualquer assunto que desejamos, ainda assim, nada substitui a experiência in loco. Por isso, faz todo sentido eu querer conhecer alguns lugares pessoalmente e sentir na pele o que eles podem transmitir.

Eu já tenho uma pequena lista (pode ser que ela aumente com o passar do tempo, né?), e ela está relacionada a aspectos bem singulares. Não é exatamente uma viagem ao redor do mundo; acho que está mais para uma experiência além do espaço e do tempo

1 – Aurora Polar

Aurora Boreal

É um fenômeno natural que ocorre no polo Norte (e recebe o nome de Aurora Boreal) e no polo Sul (e recebe o nome de Aurora Austral) de uma beleza singular. Sempre fico maravilhada com as manifestaçõe da Natureza e uma Aurora Boreal, ou Austral,  merece ser mais do que vista, merece ser vivenciada.

Como meu objetivo aqui é o fenômeno em si, tenho algumas escolhas possíveis:

– Aurora Boreal: Noruega, Islândia, Finlândia, Canadá, Alasca, Suécia e Groenlândia

– Aurora Austral: Nova Zelândia, Ushuaia, Alaska.

2 – Sítio Arqueológico

Sítio arqueológico

Não sou super fã de história, a não ser que ela esteja ligada a um tempo muito, muito distante, e seja contada pelas descobertas de escavações arqueológicas. Acho intrigante essa ideia de estar ao lado de algo com mais de milhões (???) de anos… como se a gente estivesse viajando no tempo.

Nesse caso também tenho várias escolhas possíveis:

– Machu Picchu  (Peru), Tikal (Guatemala), Angkor Wat (Camboja), Mesa Verde (Estados Unidos), Petra (Jordânia), Éfeso (Turquia), Luxor  (Egito)

Mas já pensou que legal poder acompanhar uma equipe de arqueólogos?

3 – Vaticano

Vaticano

Esse lugar pode até parecer estranho estar na minha lista, já que não sou religiosa e muito menos católica. Mas, não dá pra negar que o Vaticano abriga muuuuuuuita história e cultura. Ali podemos ver a Capela Sistina, museus com obras famosas da antiguidade, alguns sítios arqueológicos, e a biblioteca do Vaticano. Pena que muita coisa (talvez o que tenha de mais interessante) seja proibida para as pessoas “comuns”.

4 – Grande Colisor de Hádrons

Colisor de Hadrons

Conhecido como LHC (Large Hadron Collider), é o mega equipamento usado para pesquisar partículas subatômicas e fica instalado na fronteira da Suíça com a França. Eu nem sei direito o quanto as pessoas “comuns” têm acesso a ele, mas pensar em conhecer o LHC é como ter acesso a um mundo alternativo, mas que ao mesmo tempo, já é real.

5 – NASA

NASA

Essa até dispensa apresentações, né? Mas para deixar tudo certinho… é a Agência Federal dos USA responsável por pesquisas e explorações espaciais. Tudo bem, eu não tive o sonho de ser astronauta quando era criança, mas tenho o sonho de conhecer o espaço sim. Sei lá, é tão aconchegante pensar naquela imensidão! Eu me sinto em casa. Então, acho que até o momento, a NASA é o mais próximo que posso chegar desse sonho.

6 – Stonehenge

Stonehenge

Aqueles círculos de pedras gigantes que fica na Inglaterra. Bom, sempre fui fã de magia e bruxaria e, pelo que sei, esse é um dos monumentos conhecidos ligado a práticas pagãs. Há também quem diga que ele é obra de alienígenas. Vai saber… A verdade, é que ele é misterioso, místico, imponente, e só isso já é o suficiente para eu querer conhecê-lo.

7 – Museu do Louvre

Museu do Louvre

Talvez esse seja o mais clichê dos destinos, mas, como evitar o Louvre?  O museu francês é, com certeza, um destino obrigatório para quem gosta e reconhece a importância das obras de arte ao longo da história. Acho que hoje em dia, o próprio museu já tem seu próprio valor independente das obras que abriga. Já foi até palco de ficção.

8 – Grécia

Grécia

Mais história, mais cultura. Além das casinhas brancas e o mar azul, é claro! Eu me apaixonei pela Grécia, ainda criança, por causa da mitologia, e querer conhecer o berço desses deuses e semideuses acabou sendo apenas uma consequência natural. Além disso, acho que foram os gregos que descobriram o “poder” da pergunta, não é?

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